Conviver com o outro é sempre difícil. Seja o colega de trabalho, a mãe, a sogra, o marido, o carro ao lado no engarrafamento. É uma arte, é uma constante batalha entre as regras que aprendemos de convivência e os nossos instintos. Pois lidar com os filhos também é uma arte. E ainda pior, pois somos inspiração constante para ele, somos exemplo, somos o porto seguro e ainda somos quem dá o alimento e cuida das funções básicas como banho, alimentação, sono.
E quando não estamos afim? E quando queremos dormir mais um pouco? E quando queremos ir pro cinema com o marido? E quando estamos cansadas? Mesmo assim nossa responsabilidade existe, é real. Não adianta ficar de cara amarrada, reclamar da vida ou coisa parecida.
Sei que fiz isso esse final de semana e me arrependo. Porque tenho uma filha linda. Maravilhosa. Boa, pura de coração, como toda criança, linda de viver, fácil de conviver. Sinto-me culpada por isso. Gostaria de ter tido mais disposição do que eu tive. É como se tivesse desperdiçado um final de semana que poderia ter sido ótimo. Quem sabe da próxima vez?
Também não fui legal com o marido, fui chata. Também me arrependo. Sei que a palavra dita não tem volta, mas vou tentar pelo menos aprender com meus erros.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A porca torceu o rabo
Ontem a Gabi estreou no cirurgião plástico... muito prematura, é verdade, porque linda como ela é, só vai precisar disso lá pelos 50 anos. Mas.... a porca do brinco entrou na orelha. Só nosso querido amigo Paulo para tirar, e confiei a ele esta missão. Lá vamos nós, coração na mão, mas brincando e animando aquele programa que certamente não era nada legal. Mamãe foi comigo pro apoio moral.
Ele é pai de uma amiguinha que ela gosta muito, então íamos inventando coisas para perguntar a ele sobre ela.
Só que na hora do vamos-ver, ela chorou muito, muito mesmo. Deixou ele fazer o procedimento a duras penas e comigo segurando, mas foi assim que foi.... Eu fiquei morta de pena, mas me fazendo de forte para ela não chorar mais. Ai, ai. Tadinha dela, porque realmente deve ter doído. Agora a luta vai ser colocar um brinco de novo...
Como ela teve que tomar anestesia, ela acabou vomitando na madrugada. Fiquei com medo de ser outra coisa, mas acredito que não, porque ela está bem.
Ele é pai de uma amiguinha que ela gosta muito, então íamos inventando coisas para perguntar a ele sobre ela.
Só que na hora do vamos-ver, ela chorou muito, muito mesmo. Deixou ele fazer o procedimento a duras penas e comigo segurando, mas foi assim que foi.... Eu fiquei morta de pena, mas me fazendo de forte para ela não chorar mais. Ai, ai. Tadinha dela, porque realmente deve ter doído. Agora a luta vai ser colocar um brinco de novo...
Como ela teve que tomar anestesia, ela acabou vomitando na madrugada. Fiquei com medo de ser outra coisa, mas acredito que não, porque ela está bem.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Mochila nova e zuh zhu pets
Depois que as avós, tias e madrinhas chegaram dos Estados Unidos, Gabi está cheia de presentes novos.
A nova sensação são os Zhu Zhu Pets. Ela ganhou um e gostou, mas tudo mudou quando fomos visitar minha comadre e viu que minha afilhada tinha 15 deles! Ficou louca! Animadíssima, porque a Thaís chamava os dela de Zuzupetlândia, tinha montes de acessórios e etc. e tal. Encomendei mais para quem ainda estava pelos
States, afinal eles custam aqui cerca de 50 reais cada e lá somente 6 dólares!
Ela disse para tivó que a amiga grande dela tinha mais de mil Zhu Zhu Pets. Para ela ter 15 deve ser comparado aos mil.
Ela agora tem quatro, fora os filhotinhos. Esta felicíssima e também diz que tem uma Zuzupetlândia.
Os ratinhos são fofinhos e simpáticos e realmente só têm graça com vários.
Ela veio me dizer: "Mamãe, eu vou dizer para aquela minha amiga grande (a Thaís tem 8 anos) que eu também tenho uma Zuzupetlândia. Ela vai ficar....assustada (depois de pensar que termo seria melhor)."
....
Também vai estrear mochila nova no colégio. Antes a bolsa era padrão, sem graça, daquelas que a gente usa pra levar coisas de bebê, só que bem colorida. Agora, como eles já são crianças maiores, cada um escolhe a sua. A dela é de Bela Adormecida, escolhida num passeio com a avó. Já são dois dias correndo pela casa com a mochila arrastando pra todo lado. Eu canto: "luz na passarela que lá vem ela..". Ela coloca a mão na cintura e sai desfilando pela casa e morrendo de rir!
...
Hoje vou ter que levá-la no cirurgião plástico! É que a porquinha do brinco entrou na orelha dela, que aflição. Vamos em um médico amigo, assim evitamos as emergências e como é uma pessoa conhecida, pai de uma amiguinha dela, vai ser mais fácil (espero).
A nova sensação são os Zhu Zhu Pets. Ela ganhou um e gostou, mas tudo mudou quando fomos visitar minha comadre e viu que minha afilhada tinha 15 deles! Ficou louca! Animadíssima, porque a Thaís chamava os dela de Zuzupetlândia, tinha montes de acessórios e etc. e tal. Encomendei mais para quem ainda estava pelos
States, afinal eles custam aqui cerca de 50 reais cada e lá somente 6 dólares!
Ela disse para tivó que a amiga grande dela tinha mais de mil Zhu Zhu Pets. Para ela ter 15 deve ser comparado aos mil.
Ela agora tem quatro, fora os filhotinhos. Esta felicíssima e também diz que tem uma Zuzupetlândia.
Os ratinhos são fofinhos e simpáticos e realmente só têm graça com vários.
Ela veio me dizer: "Mamãe, eu vou dizer para aquela minha amiga grande (a Thaís tem 8 anos) que eu também tenho uma Zuzupetlândia. Ela vai ficar....assustada (depois de pensar que termo seria melhor)."
....
Também vai estrear mochila nova no colégio. Antes a bolsa era padrão, sem graça, daquelas que a gente usa pra levar coisas de bebê, só que bem colorida. Agora, como eles já são crianças maiores, cada um escolhe a sua. A dela é de Bela Adormecida, escolhida num passeio com a avó. Já são dois dias correndo pela casa com a mochila arrastando pra todo lado. Eu canto: "luz na passarela que lá vem ela..". Ela coloca a mão na cintura e sai desfilando pela casa e morrendo de rir!
...
Hoje vou ter que levá-la no cirurgião plástico! É que a porquinha do brinco entrou na orelha dela, que aflição. Vamos em um médico amigo, assim evitamos as emergências e como é uma pessoa conhecida, pai de uma amiguinha dela, vai ser mais fácil (espero).
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Consulta ao Pediatra
Tivemos consulta com o pediatra hoje. Foi junto com irmão. Super comportada como sempre.
Peso e altura dentro do normal, apesar da pequena queda, o pediatra disse que está tudo bem.
Ela está com 15,75 kg e 99 cm (quase 1 metro!!).
...
O chato foi que ela teve o braço luxado por conta de um puxão da babá, que coitada, ficou morta de vergonha. Ela segurou a Gabi para ela não entrar no nosso quarto, já que o maridão está com uma virose. Ela chorou muito e só dormiu depois de eu dar tylenol e fazer várias "mágicas" pro braço dela melhorar. Só que não melhorou. Então o pediatra mandou que eu a levasse pro ortopedista, para ele colocar o braço no lugar. Lá vou eu, sozinha com ela, naquela aflição. Ainda bem que, apesar de ter ido numa emergência, peguei um médico super experiente, que em 3 segundos ajeitou o braço dela. Incrível! Apesar dos gritos, acho que não doeu, era mais medo mesmo. E instantaneamente depois, ela estava mexendo o braço normalmente. Ainda bem!
Peso e altura dentro do normal, apesar da pequena queda, o pediatra disse que está tudo bem.
Ela está com 15,75 kg e 99 cm (quase 1 metro!!).
...
O chato foi que ela teve o braço luxado por conta de um puxão da babá, que coitada, ficou morta de vergonha. Ela segurou a Gabi para ela não entrar no nosso quarto, já que o maridão está com uma virose. Ela chorou muito e só dormiu depois de eu dar tylenol e fazer várias "mágicas" pro braço dela melhorar. Só que não melhorou. Então o pediatra mandou que eu a levasse pro ortopedista, para ele colocar o braço no lugar. Lá vou eu, sozinha com ela, naquela aflição. Ainda bem que, apesar de ter ido numa emergência, peguei um médico super experiente, que em 3 segundos ajeitou o braço dela. Incrível! Apesar dos gritos, acho que não doeu, era mais medo mesmo. E instantaneamente depois, ela estava mexendo o braço normalmente. Ainda bem!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Férias
Estas férias são realmente muito longas... Principalmente se a gente não tem viagem programada ou ainda se não pode tirar férias junto com as crianças, que foi exatamente o que aconteceu.
Por isso a Gabi está na segunda colônia de férias. A primeira foi a da própria escola, então foi uma continuação das aulas praticamente, apesar da programação diferenciada.
Agora ela está em uma colônia da escola de música. Ela tem gostado bastante. Afinal a programação é bem variada, com psicomotricidade, culinária, teatrinho, brincadeiras de roda, música, enfim, são pelo menos quatro atividades por dia. Tem sido uma experiência bem divertida para ela.
Agora ela não tem dormido à tarde, depois do almoço, porque a colônia é à tarde, mas pelo menos ela tem dormido cedo e acordado um pouco mais tarde.
Por isso a Gabi está na segunda colônia de férias. A primeira foi a da própria escola, então foi uma continuação das aulas praticamente, apesar da programação diferenciada.
Agora ela está em uma colônia da escola de música. Ela tem gostado bastante. Afinal a programação é bem variada, com psicomotricidade, culinária, teatrinho, brincadeiras de roda, música, enfim, são pelo menos quatro atividades por dia. Tem sido uma experiência bem divertida para ela.
Agora ela não tem dormido à tarde, depois do almoço, porque a colônia é à tarde, mas pelo menos ela tem dormido cedo e acordado um pouco mais tarde.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Chuva, trovões e relâmpagos
E nada dela acordar!
Foi uma chuva muito forte, com muitos relâmpagos e trovões fortíssimos e nada de nenhum dos dois bebês lá de casa acordar!!!
Foi uma chuva muito forte, com muitos relâmpagos e trovões fortíssimos e nada de nenhum dos dois bebês lá de casa acordar!!!
Colônia de férias
Gabi está numa colônia de férias essa semana. É na escola de música, pertinho de casa. Ela está adorando. Tem várias crianças da idade dela, tem atividades como psicomotricidade, teatrinho, culinária, brincadeiras. Melhor que ficar em casa, já que estou trabalhando e não estou podendo dar muita atenção.
Ela tem adorado e ficado bem cansada, porque está até acordando mais tarde estes dias.
Ela tem adorado e ficado bem cansada, porque está até acordando mais tarde estes dias.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Reveillón 2011
Esse Reveillón funcionou lá em casa mais como um feriadão mesmo. Tivemos a sexta, sábado e domingo só pra nós, afinal TODOS da nossa família estão viajando, estávamos só os quatro em casa.
Na sexta, fomos ao Museu da Cachaça, que foi bem divertido e oficialmente o primeiro passeio do Pedro. Andamos de charrete, de pedalinho, de jardineira, vimos os bichos da fazenda, lanchamos e depois voltamos. O tempo não estava tão quente (nublado) e aproveitamos tudo que tinha para a idade deles, claro.
Voltamos a tempo de almoçarmos em casa.
Quando íamos dormir, chegou lá em casa a tivó Teté para brincar com as crianças.
Quando fomos deixá-la em casa, aproveitamos para passear pela Beira-Mar.
Jantamos rapidamente no Pulccinella e depois voltamos para passar a virada do ano em casa mesmo.
O sábado foi dia de praia, no Beach Park. Saímos cedo, aproveitamos o banho de mar, Gabi tomou também banho de bica, comeu bolinha de peixe e tomou sorvete, brincou na areia com a amiguinha da mesa ao lado.
Na volta, ela dormiu muito.
O domingo foi quase todo em casa. Tomamos café na padaria e depois ficamos em casa, almoçando e brincando.
Feliz 2011!!!
Na sexta, fomos ao Museu da Cachaça, que foi bem divertido e oficialmente o primeiro passeio do Pedro. Andamos de charrete, de pedalinho, de jardineira, vimos os bichos da fazenda, lanchamos e depois voltamos. O tempo não estava tão quente (nublado) e aproveitamos tudo que tinha para a idade deles, claro.
Voltamos a tempo de almoçarmos em casa.
Quando íamos dormir, chegou lá em casa a tivó Teté para brincar com as crianças.
Quando fomos deixá-la em casa, aproveitamos para passear pela Beira-Mar.
Jantamos rapidamente no Pulccinella e depois voltamos para passar a virada do ano em casa mesmo.
O sábado foi dia de praia, no Beach Park. Saímos cedo, aproveitamos o banho de mar, Gabi tomou também banho de bica, comeu bolinha de peixe e tomou sorvete, brincou na areia com a amiguinha da mesa ao lado.
Na volta, ela dormiu muito.
O domingo foi quase todo em casa. Tomamos café na padaria e depois ficamos em casa, almoçando e brincando.
Feliz 2011!!!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Natal 2010
O Natal foi super divertido para a Gabriela. A ponto dela dizer, no final da festa, que foi "a melhor festa que ela já foi". Também pudera. Estava em casa, com a família, com o irmão e o primo queridos, com pais, padrinhos, avôs, tios afins. Ganhou presentes. Comeu uma coxa de peru (se eu soubesse que ela gostava tanto, teria dado a ela "turkey leg" na viagem) e salgadinhos. Estava feliz vestindo a mesma roupa que a Isabella (filha-boneca) estava. Dançou e foi a atração da festa. Enfim, realmente foi uma noite perfeita.
E ainda por cima, ao acordar, depara-se com dois presentes deixados pelo Papai Noel: a tão sonhada Fifi (cachorrinha igual a da prima Isabella) e uma guitarra das Garotas Super-poderosas.
Foi lindo acompanhar este momento de abrir os presentes, daquela felicidade tão sincera e pura, daquela excitação e de braços abanando e pulos de alegria.
Emocionante.
E ainda por cima, ao acordar, depara-se com dois presentes deixados pelo Papai Noel: a tão sonhada Fifi (cachorrinha igual a da prima Isabella) e uma guitarra das Garotas Super-poderosas.
Foi lindo acompanhar este momento de abrir os presentes, daquela felicidade tão sincera e pura, daquela excitação e de braços abanando e pulos de alegria.
Emocionante.
![]() |
| Natal com a princesa Bela, ops, Gabriela! |
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Mensagem de Natal
Filha,
é seu terceiro natal. Mamãe está muito feliz por passar esta data ao seu lado.
No seu primeiro natal você era uma bebê de apenas três meses, pequena ao nosso lado na casa da sua madrinha. No segundo natal, passamos em Orlando, você dodói, a gente sem inspiração para comemorar direito, jantamos num restaurante perto de casa.
Desta vez não. A casa está arrumada com uma árvore que você ajudou a montar. Sua vó lhe deu um calendário para que Papai Noel deixasse todo dia um lembrete de que o natal está chegando. Fomos para o Natal de Luz na Praça do Ferreira, vimos vezes e mais vezes as luzes de natal pela cidade. Teremos uma ceia na nossa casa e comemoraremos o nascimento de Jesus de uma forma bem familiar, agradecendo também por este ano especial em que seu irmão nasceu e nos trouxe muitas alegrias.
Mamãe te escreve para dizer que te ama muito e que o espírito de natal encha seu coração tão puro de alegrias e bênçãos. Que Jesus te abençoe com muita saúde.
Te amo.
Mamãe
é seu terceiro natal. Mamãe está muito feliz por passar esta data ao seu lado.
No seu primeiro natal você era uma bebê de apenas três meses, pequena ao nosso lado na casa da sua madrinha. No segundo natal, passamos em Orlando, você dodói, a gente sem inspiração para comemorar direito, jantamos num restaurante perto de casa.
Desta vez não. A casa está arrumada com uma árvore que você ajudou a montar. Sua vó lhe deu um calendário para que Papai Noel deixasse todo dia um lembrete de que o natal está chegando. Fomos para o Natal de Luz na Praça do Ferreira, vimos vezes e mais vezes as luzes de natal pela cidade. Teremos uma ceia na nossa casa e comemoraremos o nascimento de Jesus de uma forma bem familiar, agradecendo também por este ano especial em que seu irmão nasceu e nos trouxe muitas alegrias.
Mamãe te escreve para dizer que te ama muito e que o espírito de natal encha seu coração tão puro de alegrias e bênçãos. Que Jesus te abençoe com muita saúde.
Te amo.
Mamãe
domingo, 19 de dezembro de 2010
Últimas da Gabi
Gabi na casa do primo, brincando demais.
Aí tem a ideia de dormir lá. O padrinho diz:
"Mas, Gabi, sua mãe vai chorar se você dormir aqui!"
"Vai não, padrinho, ela é um pouquinho pequenininha, mas já é gente grande."
...
Essa é do primo.
Depois dos parabéns no colégio, a professora diz:
"Agora, Lucas, faz um pedido antes de soprar a velinha".
E ele, super empolgado com a festa:
"Eu quero de novo os parabéns!"
Simples assim. E parabéns de novo!
...
Peixe Jeri como sempre bombando nos finais de semana. Dessa vez fui com ela e a mamãe. Quase não comemos, só admirando aquele pratão de peixe ao molho de alcaparras e arroz com brócolis sendo devorado. Detalhe: com garfo.
Aí tem a ideia de dormir lá. O padrinho diz:
"Mas, Gabi, sua mãe vai chorar se você dormir aqui!"
"Vai não, padrinho, ela é um pouquinho pequenininha, mas já é gente grande."
...
Essa é do primo.
Depois dos parabéns no colégio, a professora diz:
"Agora, Lucas, faz um pedido antes de soprar a velinha".
E ele, super empolgado com a festa:
"Eu quero de novo os parabéns!"
Simples assim. E parabéns de novo!
...
Peixe Jeri como sempre bombando nos finais de semana. Dessa vez fui com ela e a mamãe. Quase não comemos, só admirando aquele pratão de peixe ao molho de alcaparras e arroz com brócolis sendo devorado. Detalhe: com garfo.
![]() |
| Paixão pelo Peixe Jeri |
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Contadora de histórias
Gabriela adora contar histórias. As que ela escuta, as que ela inventa, as que a gente lê pra ela, todas.
Outro dia, a babá contou que o irmão caiu do cavalo e quebrou o braço. De tarde, lá vem a Gabi com a história: "Mamãe, sabia que o Marlin (pai do Nemo) caiu do cavalo e quebrou o braço?" E eu: mas, Gabi, o Marlin não é um peixe?. "Era quando ele era gente", disse ela, assim na lata.
Hoje ela contou uma história mirabolante no carro: contou que tinha ido deixar a Isabela (filha dela) no balé e que ela tinha batido o carro. E que ela estava com dor no joelho, mas a Isabella cuidou dela e fez massagem, que ela estava quase boa. Contou também que todo mundo da família da Isabella tinha morrido (o pai - que não existe, a babá, a folguista, a cozinheira). Ela só tinha a mãe (ela) e a avó (eu). Mas que tudo bem, porque ela ia cuidar da Isabella, já que ela era mãe dela.
Sempre que a gente lê um livro para ela, ela conta a história todinha de novo pra gente ouvir. Claro que ela muda algumas coisas, inventa outras, esquece outras, mas o cerne da história se mantém.
Outra coisa que eu adoro é o rodízio de bonecas para dormir com ela. Ela sempre lembra de todas as que tem, e sempre pede uma diferente todo dia. Às vezes é a Isabella, a Maria Isabella, o Nemo, o Marlin, o Ursinho Pooh, e por aí vai. Mas ela não esquece de nenhum, mesmo fazendo tempo que não os vê.
Outro dia, a babá contou que o irmão caiu do cavalo e quebrou o braço. De tarde, lá vem a Gabi com a história: "Mamãe, sabia que o Marlin (pai do Nemo) caiu do cavalo e quebrou o braço?" E eu: mas, Gabi, o Marlin não é um peixe?. "Era quando ele era gente", disse ela, assim na lata.
Hoje ela contou uma história mirabolante no carro: contou que tinha ido deixar a Isabela (filha dela) no balé e que ela tinha batido o carro. E que ela estava com dor no joelho, mas a Isabella cuidou dela e fez massagem, que ela estava quase boa. Contou também que todo mundo da família da Isabella tinha morrido (o pai - que não existe, a babá, a folguista, a cozinheira). Ela só tinha a mãe (ela) e a avó (eu). Mas que tudo bem, porque ela ia cuidar da Isabella, já que ela era mãe dela.
Sempre que a gente lê um livro para ela, ela conta a história todinha de novo pra gente ouvir. Claro que ela muda algumas coisas, inventa outras, esquece outras, mas o cerne da história se mantém.
Outra coisa que eu adoro é o rodízio de bonecas para dormir com ela. Ela sempre lembra de todas as que tem, e sempre pede uma diferente todo dia. Às vezes é a Isabella, a Maria Isabella, o Nemo, o Marlin, o Ursinho Pooh, e por aí vai. Mas ela não esquece de nenhum, mesmo fazendo tempo que não os vê.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Música no repeat
Gabi também ama música. E, como toda criança, quando gosta de uma música só quer ouvir a mesma repetidamente. Geralmente vamos para a escola ao som de alguma música que ela gosta e sempre repetindo várias e várias vezes, quantas durarem o tempo de viagem de casa para a escola...
Hoje foi a vez da música do Rei Leão. Outro dia pode ser do Anel, outra da Borboletinha, outra das Esquiletes (Alvin e os Esquilos 2), mas sempre repetindo, repetindo. O legal disso é que vamos sempre cantando!!
Hoje foi a vez da música do Rei Leão. Outro dia pode ser do Anel, outra da Borboletinha, outra das Esquiletes (Alvin e os Esquilos 2), mas sempre repetindo, repetindo. O legal disso é que vamos sempre cantando!!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Amor pelos livros
Gabriela ama livros. Ela tem uma coleção deles, principalmente a coleção de histórias da Disney, com o CD com o áudio da história. Ela adora levar algum deles para a escola, lá ela lê para os amigos, além de colocar o CD para eles ouvirem a história. A professora já sabe e atende ao pedido dela. Outro dia, eu a deixei na sala e depois voltei para ver. Estavam todos sentados em círculo, o CD tocando a história e ela mostrando as figuras do livro, muito concentrada e atenda, como uma professora....Linda.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
No capricho
Estamos no carro, eu e ela, indo pra colônia de férias.
Aí ela diz: "Mamãe, meu cabelo tá no capricho!"
Posso com uma fofura dessa?
....
Ontem fomos no Natal de Luz. É o natal lá no centro, na Praça do Ferreira, onde um prédio antigo lindíssimo fica todo decorado e iluminado e, em cada janela, crianças cantam lindas músicas de natal. Fiz questão de levar todos (primos e avós inclusive). Coisa linda. Para entrar no clima do natal.
Aí ela diz: "Mamãe, meu cabelo tá no capricho!"
Posso com uma fofura dessa?
....
Ontem fomos no Natal de Luz. É o natal lá no centro, na Praça do Ferreira, onde um prédio antigo lindíssimo fica todo decorado e iluminado e, em cada janela, crianças cantam lindas músicas de natal. Fiz questão de levar todos (primos e avós inclusive). Coisa linda. Para entrar no clima do natal.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O que queremos para nossos filhos?
Li um post no blog da Lia muito interessante, sobre a eterna dúvida e culpa das mães que trabalham. No post, a Lia comenta algumas pesquisas que "descobriram" que os filhos das mães que trabalham não são menos felizes que os das que não trabalham, ou algo parecido. Eu também li algo a respeito.
Sei que o tempo que nós passamos com nossos filhos, para as mães que trabalham, nunca é suficiente, mas isso nunca me deixou necessariamente com culpa. Ou seja, acredito que o tempo com os filhos é importante e que é papel dos pais ajudar a formar o (bom) caráter dos filhos, a educar para o que realmente é importante e tem valor nessa vida. O que eu também sei, e procuro praticar em casa, é que esse tempo (mesmo que seja pouco) deve ser recheado de diálogo, de pequenas noções de cidadania e de formação moral. Não adianta ficar só vendo TV com eles, sem pelo menos explicar o que nela passa e tentar tirar dali alguma noção do que se passa na cabecinha deles.
Para o meu bebê, por exemplo, cada ida em casa na hora do almoço é importantíssima (mesmo que seja por apenas meia hora), para dar um carinho, um chamego, um aperto.
Como eu trabalho por oito horas diária, sei que o tempo com eles não é grande, mas também sei que me esforço muito para que o tempo seja de qualidade.
Fui criada com meu pai e minha mãe trabalhando oito horas por dia, com a gente morando na Praia do Futuro e eles trabalhando no Centro, o que é bem longe. Mas lembro bem deles indo nos deixar e pegar no colégio, esperando a gente no inglês até tarde (imagino agora como devia ser cansativo). Lembro da presença constante deles na nossa infância e não sinto em momento algum (a não ser que exista algo escondido no meu sub consciente e eu não saiba) que eles tenha me negligenciado ou que teriam sido pais melhores se minha mãe não trabalhasse, por exemplo.
Sempre penso nisso quando me questiono sobre trabalhar ou não para ficar com eles, quando penso que se trabalhasse menos eu cuidaria melhor deles. Acredito que minha presença pode ser não ser bastante em quantidade, mas procuro que a qualidade seja superior a falta que eles supostamente sintam de mim.
Sei que o tempo que nós passamos com nossos filhos, para as mães que trabalham, nunca é suficiente, mas isso nunca me deixou necessariamente com culpa. Ou seja, acredito que o tempo com os filhos é importante e que é papel dos pais ajudar a formar o (bom) caráter dos filhos, a educar para o que realmente é importante e tem valor nessa vida. O que eu também sei, e procuro praticar em casa, é que esse tempo (mesmo que seja pouco) deve ser recheado de diálogo, de pequenas noções de cidadania e de formação moral. Não adianta ficar só vendo TV com eles, sem pelo menos explicar o que nela passa e tentar tirar dali alguma noção do que se passa na cabecinha deles.
Para o meu bebê, por exemplo, cada ida em casa na hora do almoço é importantíssima (mesmo que seja por apenas meia hora), para dar um carinho, um chamego, um aperto.
Como eu trabalho por oito horas diária, sei que o tempo com eles não é grande, mas também sei que me esforço muito para que o tempo seja de qualidade.
Fui criada com meu pai e minha mãe trabalhando oito horas por dia, com a gente morando na Praia do Futuro e eles trabalhando no Centro, o que é bem longe. Mas lembro bem deles indo nos deixar e pegar no colégio, esperando a gente no inglês até tarde (imagino agora como devia ser cansativo). Lembro da presença constante deles na nossa infância e não sinto em momento algum (a não ser que exista algo escondido no meu sub consciente e eu não saiba) que eles tenha me negligenciado ou que teriam sido pais melhores se minha mãe não trabalhasse, por exemplo.
Sempre penso nisso quando me questiono sobre trabalhar ou não para ficar com eles, quando penso que se trabalhasse menos eu cuidaria melhor deles. Acredito que minha presença pode ser não ser bastante em quantidade, mas procuro que a qualidade seja superior a falta que eles supostamente sintam de mim.
Colônia de férias
Gabriela começou a colônia de férias ontem. Na própria escola, vai durar duas semanas. São atividades completamente diferentes da programação da escola, até o fardamento, a bolsa, o lanche. E foi concorrida, porque só tem metade das vagas normais da escola, então foi uma procura enorme. Ela está adorando, são os mesmos amigos e mais alguns da turma da tarde, a mesma professora, mas com outras atividades.
E o encerramento vai ser com chave de ouro: o aniversário do primo Lucas. Eba!!
O tema da Colônia é a SAVANA!

...
Sexta-feira eu fui com ela na escola de balé. Estava querendo que ela assistisse uma aula, para ver se gostava, ou se ela ia "querer ser como ela é", como tinha dito antes.
E a surpresa foi muito boa. Ela fez a aula toda, todinha. Coisa mais linda e emocionante. Fiquei por perto no começo e depois saí. Ela ficou direitinho, fez a aula até o final. A professora é irmã de uma amiga que estudou comigo no colégio e a conhecia desde pequenininha. Foi muito legal essa referência.
Fiquei impressionada com o desempenho e desenvoltura dela. Ela amou! E eu, claro, fui logo matriculando a pequena bailarina.
Em 2011, ela fará balé e a natação. Uma atleta.
...
Esse final de semana teve peixe jeri. Fomos no Camarões e ela adorou. Pedimos o peixe com arroz com brocólis e batata frita. O garçon pensou que ela ia comer só as batatas, que nada! Ela nem pegou em batata, coisa nenhuma. Atacou completamente o peixe jeri, que é com molho de tomates e alcaparras. Ela ama! Come e fica fiscalizando se tem mais para comer.
E o encerramento vai ser com chave de ouro: o aniversário do primo Lucas. Eba!!
O tema da Colônia é a SAVANA!
...
Sexta-feira eu fui com ela na escola de balé. Estava querendo que ela assistisse uma aula, para ver se gostava, ou se ela ia "querer ser como ela é", como tinha dito antes.
E a surpresa foi muito boa. Ela fez a aula toda, todinha. Coisa mais linda e emocionante. Fiquei por perto no começo e depois saí. Ela ficou direitinho, fez a aula até o final. A professora é irmã de uma amiga que estudou comigo no colégio e a conhecia desde pequenininha. Foi muito legal essa referência.
Fiquei impressionada com o desempenho e desenvoltura dela. Ela amou! E eu, claro, fui logo matriculando a pequena bailarina.
Em 2011, ela fará balé e a natação. Uma atleta.
...
Esse final de semana teve peixe jeri. Fomos no Camarões e ela adorou. Pedimos o peixe com arroz com brocólis e batata frita. O garçon pensou que ela ia comer só as batatas, que nada! Ela nem pegou em batata, coisa nenhuma. Atacou completamente o peixe jeri, que é com molho de tomates e alcaparras. Ela ama! Come e fica fiscalizando se tem mais para comer.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Viagem para Sorocaba
Viajamos na quinta-feira para Sorocaba, para assistir à primeira comunhão do nosso afilhado e primo da Gabi, David. Saímos à tarde, voo com escala em Brasília e pousando em Campinas, o motorista nos esperaria lá e nos levaria para Sorocaba. Beleza.
Gabi super comportada e curiosa com tudo. Os porquês pipocando a toda hora. Porquê? Porquê? Porquê, mamãe? Como ela não tinha dormido depois do almoço, resolvi dar o velho e conhecido anti-alérgico para "aumentar o sono" e ela poder descansar. Dito e feito. Quando decolamos de Brasília ela já estava dormindo. Ainda bem. Nosso voo não conseguiu pousar em Campinas e teve que arremeter, ou seja, abortar o pouso. Confesso que tive medo. Muito. Vendo minha princesa dormindo tranquilamente naquele avião balançando pra caramba, tive medo. E ainda mais porque pensei no meu bebê que estava em casa, sem a gente.
Maridão não estava com medo a princípio, mas depois que o avião arremeteu, começou a se preocupar também. O piloto resolveu que ia pousar em Guarulhos, porque a chuva não ia permitir pouso seguro em Campinas. Pousamos sãos e salvos, graças a Deus. Só que o piloto resolve que vai voltar pra Campinas, porque milagrosamente as condições melhoraram. Aí tivemos mais medo ainda. Descemos do avião com mais um monte de gente que não quis arriscar. O problema foi que as malas voaram para Campinas, pois a Gol não quis perder tempo procurando mala de quem não queria reembarcar.
Resultado: tivemos que dormir em Guarulhos, sem mala, sem roupas, sem jantar, nada. Coitada da Gabi, que teve que dormir com a roupa que estava. Como estávamos muito cansados, dormimos os três de roupa e tudo, cansados e numa cama bem apertada de um hotel qualquer perto do aeroporto. Mas como família sempre ajuda e protege a gente, um motorista foi nos buscar para levar para Sorocaba, enquanto alguém ia buscar as malas em Campinas.
Chegamos a tempo de ir pro aniversário do Ni. Um aniversário bem divertido para as crianças. Após a aula, um microônibus leva as crianças pro Buffet, onde elas almoçam e ficam lá até quatro da tarde, sem babá, sem pais e com muita diversão. Gabi adorou! Brincou muito, com muita liberdade, com os primos e com a gente. De adulto mesmo, só os tios, os pais e avós do aniversariante. Achei ótimo.
Depois da festa, passamos o resto do dia em casa, arrumando as coisas pro almoço após a Comunhão e pedimos uma pizza deliciosa. Programa melhor não há.
Depois da festa, passamos o resto do dia em casa, arrumando as coisas pro almoço após a Comunhão e pedimos uma pizza deliciosa. Programa melhor não há.
No sábado, as mulheres foram a São Paulo, enquanto os homens passaram o dia em Sorocaba. Que dia proveitoso! Fomos para a Daslu, que eu não conhecia. Achei muito bonita e chiquérrima, apesar de um pouco decaída depois dos escândalos. Fomos almoçar no restaurante do Olivier Anquier, L´Entrecot de ma tent. Com um detalhe: o próprio Olivier nos recebeu no restaurante. A comida é uma só: filé com fritas, mas muito chique e delicioso, claro. De sobremesa, mousse de chocolate. Delícia. Gabi comeu bem e estava se divertindo muito com a prima Isa. De lá, fomos pro Pátio Higienópolis, fomos ver a decoração de natal. Gabi AMOU! Andamos de carrossel do Papai Noel, ela participou de uma oficina de biscoitos de natal. A decoração estava linda mesmo. Depois disso, voltamos para Sorocaba e fomos todos comer hambúrguer com fritas no Columbia. Como ela tinha dormido na viagem de volta, estava com a corda toda. Brincou, comeu, cantou, uma farra completa com os primos e a Cicia!
No domingo, o grande dia. David super compenetrado, família feliz, casa da cunhada linda, comida deliciosa, espumante gelado, primos brincando. No final do dia, só nos restou mesmo nos arrumar para voltar. Dessa vez sem atrasos. Ainda bem.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Assim como eu sou!
- Gabi, você quer fazer balé?
- Não, mamãe?
Tento argumentar, dizer que balé é legal, que tem uma amiguinha que vai fazer também, etc. E nada.
- Mas, Gabi, o que você vai querer fazer então?
- Nada, quero ser do jeito que eu sou!
E tem argumento pra uma coisa dessas???
- Não, mamãe?
Tento argumentar, dizer que balé é legal, que tem uma amiguinha que vai fazer também, etc. E nada.
- Mas, Gabi, o que você vai querer fazer então?
- Nada, quero ser do jeito que eu sou!
E tem argumento pra uma coisa dessas???
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Divagando sobre a felicidade....também!
Como eu gostei muito do post da Lu, resolvi me apropriar do tema e falar um pouco da busca da felicidade.
Quando eu trabalhava na empresa de consultoria e era solteira, viajava muito e tinha muitas milhas voadas. Ia a inúmeros congressos, ganhava bem demais e gastava só comigo. Ficava cerca de metade do mês viajando, participando de projetos importantes e conhecendo pessoas interessantes. Tinha tudo que queria, a não ser um amor e uma família.
Logo que comecei a namorar o hoje maridão, coincidentemente ou não (ou para quem acredita em destino), as viagens diminuíram muito e minha vontade de ficar mais em Fortaleza aumentou proporcionalmente a meu desinteresse em procurar projetos e congressos fora daqui.
Veio a gravidez da Gabi, o noivado, casamento, mudança, família, tudo ao mesmo tempo agora. E foi muito bom, porque ainda na transição da consultoria para o emprego fixo de agora, tive tempo de curtir a gravidez, acompanhar de perto a obra da casa nova, de ter nossa lua-de-mel tranquila, de me dedicar.
Depois que a consultoria chegou ao fim, apareceu o novo emprego fixo, sem preocupações com ter que conseguir projetos, nem receber pagamento dos clientes, com salário fixo e caindo na conta sem atrasos. Com isso, vieram também os horários rígidos, o ter que dar dois expedientes, a distância trabalho-casa, prazos e outras coisas inerentes aos empregos assim.
Apesar da tranquilidade deste emprego, o tempo com os filhos diminuiu muito. Hoje me vejo correndo na hora do almoço, ficando cerca de meia hora só em casa, pra correr e voltar pro trabalho. E me vejo também saindo antes do horário para poder ver o Pedro antes dele dormir, porque com o trânsito e o soninho dele cedo, mal o vejo durante a noite....
Estas coisas são assim, por um lado estou todos os dias com eles, mas, por outro lado, por poucas horas do dia. Entretanto, fazendo o mesmo balanço que a Lu fez, não poderia neste momento abrir mão do meu emprego para ficar com eles, pois preciso do dinheiro para a educação deles e para manter nosso padrão de vida. Também não acho justo parar de trabalhar, pois estudei tanto e batalhei para chegar onde estou. Claro que ficaria mais feliz com um emprego de menor carga horária, mas me sinto feliz por trabalhar na minha área, sendo aqui nesta cidade onde há tão poucas oportunidades.
Então posso dizer que me sinto feliz, porque conquistei várias coisas importantes, minha família principalmente, e hoje não me imagino mais sem eles.
Quando eu trabalhava na empresa de consultoria e era solteira, viajava muito e tinha muitas milhas voadas. Ia a inúmeros congressos, ganhava bem demais e gastava só comigo. Ficava cerca de metade do mês viajando, participando de projetos importantes e conhecendo pessoas interessantes. Tinha tudo que queria, a não ser um amor e uma família.
Logo que comecei a namorar o hoje maridão, coincidentemente ou não (ou para quem acredita em destino), as viagens diminuíram muito e minha vontade de ficar mais em Fortaleza aumentou proporcionalmente a meu desinteresse em procurar projetos e congressos fora daqui.
Veio a gravidez da Gabi, o noivado, casamento, mudança, família, tudo ao mesmo tempo agora. E foi muito bom, porque ainda na transição da consultoria para o emprego fixo de agora, tive tempo de curtir a gravidez, acompanhar de perto a obra da casa nova, de ter nossa lua-de-mel tranquila, de me dedicar.
Depois que a consultoria chegou ao fim, apareceu o novo emprego fixo, sem preocupações com ter que conseguir projetos, nem receber pagamento dos clientes, com salário fixo e caindo na conta sem atrasos. Com isso, vieram também os horários rígidos, o ter que dar dois expedientes, a distância trabalho-casa, prazos e outras coisas inerentes aos empregos assim.
Apesar da tranquilidade deste emprego, o tempo com os filhos diminuiu muito. Hoje me vejo correndo na hora do almoço, ficando cerca de meia hora só em casa, pra correr e voltar pro trabalho. E me vejo também saindo antes do horário para poder ver o Pedro antes dele dormir, porque com o trânsito e o soninho dele cedo, mal o vejo durante a noite....
Estas coisas são assim, por um lado estou todos os dias com eles, mas, por outro lado, por poucas horas do dia. Entretanto, fazendo o mesmo balanço que a Lu fez, não poderia neste momento abrir mão do meu emprego para ficar com eles, pois preciso do dinheiro para a educação deles e para manter nosso padrão de vida. Também não acho justo parar de trabalhar, pois estudei tanto e batalhei para chegar onde estou. Claro que ficaria mais feliz com um emprego de menor carga horária, mas me sinto feliz por trabalhar na minha área, sendo aqui nesta cidade onde há tão poucas oportunidades.
Então posso dizer que me sinto feliz, porque conquistei várias coisas importantes, minha família principalmente, e hoje não me imagino mais sem eles.
Assinar:
Postagens (Atom)





